Bem Vindos

Olá!

Queremos dar as boas vindas a todos os visitantes.

Somos um grupo de formandas e formadores do curso de Educação e Formação de Adultos - Agente em Geriatria e vamos aqui apresentar o nosso tema de vida “Conta-me como era…”.

Estamos a realizar uma pesquisa sobre variadíssimos temas do século XX, incluindo o quotidiano, a vida familiar, a saúde e os acontecimentos nacionais e internacionais mais marcantes.

No final vamos apresentar uma dramatização sobre este tema, onde iremos reviver a vida nas ruas da Lisboa antiga. Convidamos todos os interessados a comentar.

Contem-nos como era e acompanhem-nos nesta viagem ao passado no comboio da saudade!

Estamos a fazê-lo com todo o gosto, esperamos que se divirtam.

5 de fevereiro de 2010

Tão ladrão é o que vai a horta, como o que fica à porta

Um dia, na praia de Governador em São Tomé, a D. Aninhas chegou à casa onde vivia com os seus três filhos e encontrou o cântaro partido.
D. Aninhas ficou muito aborrecida e aflita porque precisava do cântaro para ir buscar água ou vinho da palma.
Chamou os seus filhos e perguntou:
- Quem é que partiu o cântaro?
O filho mais velho, que tinha estado a brincar com o cântaro e sem querer o tinha partido, respondeu à mãe:
- Não sei, apareceu assim partido.
A mãe fez a mesma pergunta aos outros dois meninos, que tinham assistido ao acontecimento.
- Ah, também não sabemos! - responderam eles.
- Ninguém entrou aqui em casa. Quando eu saí, o cântaro estava inteiro, agora chego e encontro-o partido. Quem é que sabe o que aconteceu?
- Não sabemos… - responderam os três com ar de caso.
- Se ninguém se acusa ficam todos de castigo. Já percebi que os três sabem quem foi e por isso considero os três culpados.
[história elaborada pela Ruthe a partir do provérbio popular de tradição portuguesa]

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